
Havia na cidade um homem muito rico e deseja dar uma grande parte de sua fortuna a alguma pessoa honesta que realmente estivesse interssada no bem comum, no bem de todos. Más, como descobrir esta pessoa? Por suas palavras?... seus discursos?... ou seus lamentos e queixas?... Depois de muito procurar, ele resolveu colocar uma grande pedra no meio do caminho. Escondeu-se atrás de uma árvore e ficou observando. Passou por ali o camponês e começou a reclamar: - Este pessoal não tem mesmo o que fazer... deixam estas pedras jogadas aí!... - Desviou-se dela e foi embora. Logo em seguida, veio uma mulher puxando uma vaquinha. Viu a pedra e resmungou: - Que azar meu! Esta pedra só me incomoda... Mais trabalho tenho para desviá-la. Contornou o obstáculo e foi para sua casa. Chegou um homem bem vestido, com sua pomposa charrete e falou: - Ah! Governo miserável!... Não serve para nada!... Não arruma as estradas, não oferece boa educação... só sabe aumentar os impostos!... E reclamando com raiva, contornou a pedra e seguiu seu destino. Era já tarde e o milionário pensava em ir para sua casa, decepcionando com o desinteresse das pessoas em melhorar a estrada, a sociedade para o bem comum. Nisto, apareceu um jovem caminhando, viu a pedra no caminho e comentou: - Que perigo esta pedra aí!... Isto pode dar acidente a qualquer momento!... Como ela atrapalha aqueles que usam essa estrada!... E removeu a pedra, liberando o caminho aos transeuntes. E logo viu embaixo dela um grande pacote enterrado ao chão... e um bilhete, onde estava escrito: - "Todo este dinheiro é de quem remover esta pedra do meio do caminho".
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Esta mensagem nos leva a refletir às vezes que não removemos as pedras de nossas vidas, e as deixamos ao meio do caminho atrapalhando nossas vidas. Essas pedras podem significar as magoas, as intrigas, as brigas, a falta de perdão, e tantas outras coisas que acabam por nos fazer infelizes.
É muito comum jogarmos a culpa nas outras pessoas e responsabilizá-las por nossa infelicidade, quando nós mesmo não fazemos nossa parte.
O convite é esse, que sejamos os primeiros a reparar as arestas do nosso coração, dos nossos relacionamentos, para que assim sejamos felizes e possamos proporcionar a felicidade dos outros.
Fique com Deus.
